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02/02/2018
Entulhos são depositados em frente a um terreno à beira da SC 100

Foto: divulgação

 

Jaguaruna

 

Ademir Duarte está preocupado com uma situação que testemunha todos os dias em Jaguaruna, onde mora. Em uma área de terra em frente ao seu terreno, na região de Garopaba do Sul, estão sendo depositados entulhos retirados do cemitério que fica logo em frente, do outro lado da pista da SC 100.

O morador diz que a situação já se arrasta há anos. Segundo Duarte, os entulhos são trazidos por pessoas que vão ao cemitério em frente, fazer a limpeza nos túmulos de familiares. Diante do terreno, são deixados materiais como cruzes de concreto, vasos de flores e até mesmo partes de caixão com restos mortais, explica Duarte.

Ele afirma que, até quarta-feira de manhã, nenhum órgão público havia efetuado a limpeza do local. “Enquanto isso, o lixo só vai acumulando”, reclama Duarte. Além do acúmulo de entulhos, que, segundo ele, não para de ocorrer, há também a preocupação com a saúde dos pedestres e ciclistas, que são obrigados a se deparar com o lixo do cemitério na beira da estrada. O morador afirma que já esteve na prefeitura, cobrando a limpeza do terreno.

A Vigilância Sanitária de Jaguaruna recebeu a denúncia em 25 de janeiro e no dia seguinte foi até o local fazer a vistoria. O caso foi encaminhado no dia 29 do mesmo mês para a secretaria de Obras, com a solicitação de retirada do entulho e a prefeitura foi notificada para abrir processo administrativo contra o funcionário responsável pelo cemitério por suposta conduta inadequada.

De acordo com o fiscal da Vigilância Sanitária, Eliandro de Freitas Ramos, o órgão trabalha com a tese de que este funcionário e não alguns moradores, teria sido o autor do descarte irregular de material. Durante a vistoria, os fiscais não flagraram nenhuma ossada humana, porém, eles vão apurar a partir de imagens do caso que circulam na internet.

Os relatórios ainda estão sendo finalizados, para depois serem encaminhados para a secretaria do Meio Ambiente e Polícia Civil, que pode abrir investigação por possível crime de vilipêndio, segundo Ramos. A Vigilância Sanitária ainda irá fazer nova vistoria para apurar se todo o material já foi removido.



Fonte: Sul em Destaque


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