25 de maio de 2018

   
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02/03/2018
Júri Popular movimentou Fórum da Comarca de Jaguaruna

Foto: divulgação

 


Um Júri Popular movimentou o Fórum da Comarca de Jaguaruna. O julgamento aconteceu durante o dia desta última quarta-feira (28 de fevereiro). Na oportunidade, foi julgado o réu confesso R.M.J., que estava preso já há dois anos, por ter matado um jovem a golpe de faca, depois de uma discussão durante um churrasco no balneário Dunas do Sul, em Jaguaruna. Após a morte da vítima, o corpo foi ocultado, jogado dentro do rio em Riacho dos Francisco, às margens da SC 100, que liga Jaguaruna ao balneário Camacho, onde foi encontrado por um casal de pescadores que, após se certificar que era realmente um cadáver, acionou a polícia militar.

O Julgamento durou cerca de 12 horas e após todos os trâmites, com as teses da acusação e da defesa do júri popular, os jurados decidiram pela condenação do réu, a 14 anos de prisão, em regime fechado.

Após o julgamento, o réu retornou ao presídio de Tubarão.

 

Relembre o caso

 

Homem é encontrado morto em Jaguaruna

O corpo foi localizado boiando e com quatro perfurações por arma branca, uma delas profunda, na região do pescoço.

Em 21/02/16, aconteceu o décimo homicídio registrado na região e o primeiro em Jaguaruna. Um homem foi encontrado morto nas águas do Rio Riachinho, próximo à cabeceira da ponte Riacho dos Francisco, passagem que divide a localidade com a comunidade de Morro Bonito, na SC 100.

Por volta das 7h15min, um homem, que pescava nas proximidades da ponte, avistou um corpo boiando nas águas. Após confirmar que era mesmo um cadáver, acionou a Polícia Militar (PM) e os bombeiros voluntários.

No local, as equipes isolaram a área e acionaram o Instituto Geral de Perícias (IGP) de Tubarão, para retirada e análise do corpo. Ao resgatar a vítima, foi verificado que este estava nu e apresentava marcas de perfuração por arma branca, possivelmente uma faca. Havia quatro cortes. Um mais profundo no pescoço, que provavelmente foi o que o levou à morte e mais três, dos quais um nas costas, outro no ombro e o terceiro no abdômen.

Conforme a PM, o corpo era de um homem negro e além de não estar vestido, não tinha nenhuma marca, tatuagem ou objeto que o identificasse. Apresentava escoriações típicas de quem foi arrastado de um local para outro.

Especula-se que tinha entre 30 e 40 anos, com aproximadamente 1,70 de altura, cabelos negros pintados de loiro e apresentava um hematoma em um dos olhos.

Na área, foram encontradas manchas de sangue e areia, além de vestígios da permanência de um veículo no local. Indícios que as guarnições destacam que devam ter ocorrido depois da 1h30min, quando cessaram as chuvas na região.

 

 



Fonte: Redação. Colaboração Portal Sul em Destaque.


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